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Grupo RBJ de Comunicação
Grupo RBJ de Comunicação,
27 de maio de 2022
Rádios

Alzheimer acomete 1,2 milhões de pessoas no Brasil

GeralSaúde

por Juliana Raddi

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(Imagem Ilustrativa)
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Segundo a Associação Internacional de Alzheimer, o número de pessoas com a doença no mundo deve chegar a 75 milhões em 2030. No Brasil, aproximadamente 1,2 milhão de pessoas sofrem com a doença. A farmacêutica Caroline Munhoz abordou o tema durante a programação da Rádio Onda Sul FM.

O Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa, que provoca o declínio das funções cognitivas, ou seja, as células nervosas vão morrendo, não são mais repostas e não conseguem se multiplicar. O tratamento através de medicamentos visa evitar ou postergar os sintomas, “para evitar a morte dessas células, porque aquelas que já morreram não são possíveis recuperar”, esclarece.

[Grupo RBJ de Comunicação] Alzheimer acomete 1,2 milhões de pessoas no Brasil — (Imagem Ilustrativa)
(Imagem Ilustrativa)

Uma enfermidade incurável que acomete pessoas a partir dos 65 anos de idade e em alguns casos, acontece de forma precoce. Estudos mostram que as mulheres são mais acometidas pela doença: “a pessoa vai tendo perda da memória, alterações do que ela pensa é, do que faz e perdas inclusive da memória do presente e só lembrar das coisas do passado”. Caroline destaca que conforme a doença vai progredindo, o paciente já não pode mais viver sozinho, pois não consegue gerenciar sua própria vida.

Muitas pessoas acabam não fazendo diagnóstico por pensar que não pode existir uma doença por trás desse esquecimento, “é normal nos esquecermos de algumas coisas sim, mas não tanto, como é na doença de Alzheimer”. O diagnóstico é clínico, não existe um exame para detectar a perda de memória, por isso a importância de procurar um médico.

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O tratamento não farmacológico busca treinar a atenção, memória, linguagem e a orientação do paciente, algo que pode ser feito através do médico e até mesmo na própria casa do paciente. “Alimentação saudável, prática de atividades físicas, buscar a memorização de informações e fazer bastante leitura e claro, evitar o cigarro, bebidas alcoólicas e tudo e possa alterar a saúde no geral”, orienta.

Importância da família

É uma doença difícil de lidar, que acomete não só o paciente, mas todas as pessoas que convivem com ele, Caroline destaca que o apoio da família é fundamental e cita algumas dicas que podem ajudar o paciente a não esquecer das suas atividades e do seu dia a dia, “não mudar de ambiente, deixar sempre os móveis no mesmo lugar, evitar saídas porque a pessoa não reconhece onde ela se encontra e manter as coisas sempre no mesmo padrão, no mesmo horário e no mesmo lugar”.

Confira a entrevista na íntegra:

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