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(Foto: UTFPR/Reprodução)

O Sudoeste do Paraná poderá sediar um Centro Latino-Americano de Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Territorial (CLATI). A proposta é do Campus Pato Branco da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e foi apresentada durante sessão ordinária da Câmara de Vereadores pato-branquense nesta semana.

Conforme os expositores do projeto, José Abramo Marchesi, coordenador do curso de Agronomia da UTFPR, e Gilberto Santos Andrade, chefe do Departamento das Ciências Agrárias da instituição, o objetivo geral, com a criação do CLATI, é ter um mecanismo supra institucional visando a canalização das potencialidades dos diversos ativos territoriais do Sudoeste Paranaense em consonância com os atuais paradigmas mundiais de organização e governança territorial.

Dentro deste planejamento, constam ações como a transferência de propriedade da área de 233 hectares da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) para a UTFPR Pato Branco e renovação do comodato com IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná);

– Implantação do “Polo de inovação da Embrapa”, alinhando a demanda do CLATI com a demanda do polo, em conjunto com UTFPR e demais parceiros, que promoverá desenvolvimento de produtos/processos, incubação e startups, com a associação do MCTIC;

– Implantar a Escola Agrotécnica 4.0 ofertada pelo governo do Estado do Paraná através da SEAB (Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento);

– Projetar a estrutura física do CLATI, que receberá os laboratórios, salas de aula, salas de treinamento, anfiteatro e ambientes de incubação, financiados e mantidos pelo Estado do Paraná, onde será instalada a estrutura de todos os parceiros;

– Criação de um curso de Medicina Veterinária, pela UTFPR.

Em sessão deliberativa, o Poder Legislativo de Pato Branco aprovou moção de apoio à criação do Centro Latino-Americano.