STF autoriza prisão domiciliar para palmense investigada por fraudes ao INSS
Thaísa Hoffmann Jonasson foi presa na quinta-feira (13), juntamente com o esposo.
Justiça
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou a conversão da prisão preventiva de Thaísa Hoffmann Jonasson em prisão domiciliar. Ela e o marido, o ex-procurador-geral do INSS, Virgílio de Oliveira Filho, haviam sido presos pela Polícia Federal na última quinta-feira (13) durante operação que investiga fraudes em aposentadorias do INSS.
A defesa argumentou que Thaísa é mãe de um bebê de 1 ano e 4 meses, que desde a prisão do casal estava sob os cuidados da avó. A situação, segundo os advogados, exigia uma medida que garantisse a integridade e o bem-estar da criança.
Ao analisar o pedido, Mendonça autorizou a prisão domiciliar. A medida foi considerada pela equipe jurídica como um avanço na garantia de direitos fundamentais de mulheres mães e de seus filhos.
Apesar da substituição da prisão preventiva, ela deverá usar tornozeleira eletrônica e está proibida de manter contato com outros investigados, com exceção do próprio marido, que segue detido.
Palmense é presa em operação que apura desvios de aposentadorias