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09 de junho de 2026
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Sérgio Boff: Mais uma lenda da arbitragem na regional do JAPs

Coronel Vivida

Esporte

por redação

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“Amigo de todo mundo”. É assim que o coordenador técnico da fase regional dos Jogos Abertos do Paraná (JAPs) realizados em Coronel Vivida, Victor Hugo Ossoski, popularmente conhecido como “Cebola”, define a pessoa de Sérgio Boff. Árbitro de futebol que em 2013 completa 20 anos de atividade em competições oficiais.

“Um cara alegre, esportista, companheiro, um grande diretor de esportes no passado”, completa Cebola. As palavras do coordenador técnico é opinião unanime entre todos os esportistas que conhecem o árbitro que é natural de São João, cidade vizinha de Coronel Vivida, no sudoeste do Paraná.

Em campo, Sérgio faz pose de ‘durão, impõe respeito, mas fora dos gramados é uma pessoa extraordinária, carismática, conversa e brinca com todos a sua volta, até mesmo com aqueles que têm contato pela primeira vez. “Todo mundo quer bem ele”, diz Atalibio Alves Antunes, servidor público da cidade sede da regional que está trabalhando junto com a coordenação do evento esportivo.

Sérgio conta que iniciou suas atividades como árbitro em 1993 quando foi convidado pela Liga de futebol de Chopinzinho para apitar alguns campeonatos da região. “Neste mesmo ano fui convidado pela Paraná Esportes (hoje Secretaria de Estado do Esporte) para apitar nos jogos oficiais”, conta. Desde então ele não parou.

Em 1996 fez um curso da Federação Paranaense de Futebol e após se formar começou a apitar em diversas competições como árbitro, árbitro assistente e 4º árbitro, mas em 2006 ele parou suas atividades junto aos jogos da Federação e continua apenas trabalhando nas competições da Secretaria de Esportes do Paraná.

Prestes a completar 50 anos de idade na próxima semana, Sérgio guarda muitas lembranças de suas andanças pelo Paraná. “Conheço quase 70% dos municípios graças aos jogos oficiais da Paraná Esportes”, conta.

Entre os fatos curiosos, o árbitro lembra que foi calouro do secretário de Esportes, Evandro Rogério Roman, que atuou como coordenador de uma fase final dos Jogos Abertos. O ano desta competição ele não lembra, mas se recorda da disputa final. “Tive a honra de ser escolhido pelo Evandro para apitar a final A dos Jogos Abertos. Lembro até hoje. Foi uma final entre Cascavel e Londrina”, recorda.

O árbitro que é servidor público em sua cidade natal, São João, sempre participa dos jogos oficiais promovidos pela Secretaria do Esporte e não pretende para tão cedo. Afinal de contas, ele gosta do que faz. “Venho porque gosto. Gosto de fazer arbitragem. Revejo amigos e faço novas amizades”, relata.

Sem dúvidas, Sérgio é aquele tipo de pessoa que por onde passa deixa sua marca. Jamais é esquecido e serve de exemplo para muitos árbitros, atletas e dirigentes esportistas. Mais uma lenda da arbitragem dando sua contribuição para o esporte paranaense.

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