A Secretaria Estadual de Saúde habilitou nesta semana mais 27 leitos exclusivos para pacientes com a Covid-19. São 22 leitos de UTI para adultos e cinco de enfermaria. No Hospital Universitário de Maringá foram abertos1 dez novos leitos de UTI. Agora chega a 20 o número de leitos na instituição. Também foram habilitados pela Secretaria de Estado da Saúde sete leitos de UTI no Hospital Cruz Vermelha e cinco de UTI e cinco enfermarias na Santa Casa, em Curitiba. As ampliações fazem parte dos mais de 2.200 leitos exclusivos para atendimento Covid-19 implantados desde o início da pandemia no Paraná. Inicialmente havia 264 leitos no total. Agora o Estado tem 2.204 – um aumento de mais de 734% em 97 dias.

O secretário da Saúde, Beto Preto, afirmou que a ampliação na rede hospitalar tem sido considerada de acordo com a necessidade de cada região. Segundo o secretário, é preciso que a população retome o isolamento domiciliar./ A estratégia do Estado, conforme explicou Beto Preto, é ampliar e fortalecer a rede hospitalar para aumentar a capacidade de atendimento para a população. No mês passado, após uma espera de mais de dez anos, o Hospital Regional de Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, abriu as portas com 30 novos leitos, sendo 10 de UTI e 20 de enfermaria.

Em Ivaiporã, mais uma obra foi concluída, possibilitando que o Hospital Regional disponibilizasse 20 leitos de UTI e 60 de enfermaria. O Governo do Estado vai ativar, ainda, o Hospital Regional de Guarapuava, com possibilidade de 30 leitos de UTI e 80 de enfermaria. A obra, que estava prevista para terminar apenas no próximo ano, foi antecipada justamente para ampliar o reforço de unidades exclusivas de enfrentamento à pandemia. O aumento de leitos acaba beneficiando todo os pacientes que por ventura precisam ser atendidos por causa da COVID-19, isso porque acontece o intercâmbio de pacientes das regionais de saúde que estejam precisando de leitos COVID.

Recentemente os leitos do Hospital Regional de Francisco Beltrão estavam todos ocupados mas por causa da remoção de pacientes da região oeste do estado assim como pacientes da área da 8ºa Regional de Saúde também podem ser removidos para outros hospitais que fazem parte da rede estadual de saúde quando precisarem.