Foi transferido da 5ª SDP de Pato Branco para a carceragem da Polícia Federal de Foz do Iguaçu, na manhã desta quinta-feira (20), o paraguaio Acosta Riveros Flavio, 30 anos. Investigado por 40 assassinados no Paraguai e também no Brasil, Acosta foi preso em Pato Branco no dia 09 de janeiro por uso de documento falso, quando a Polícia Civil constatou que o paraguaio estava com mandado de prisão internacional expedido pela Interpol.

Entre os crimes que cometeu, destaca-se o assassinato do jornalista Pablo Medina e sua assistente Antonia Almada, em outubro de 2014. O crime foi a mando do prefeito de Ypejhú, deposto e preso por ter sido o mandante do assassino do jornalista.

Nesta quinta-feira, a Polícia Federal cumpriu mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal e fez a remoção à Foz do Iguaçu. Além das acusações de homicídios, Acosta está respondendo por porte de documentos falsos e agressão, crimes praticados em Pato Branco, no sudoeste do Paraná.

Conforme a Polícia Civil, o paraguaio estava morando em Pato Branco há cerca de ano, as ninguém conseguiu descobrir o motivo de ter escolhido a cidade para residir.