Leozir Ferreira de Morais, de 32 anos.
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Leozir Ferreira de Morais, de 32 anos.

A Polícia Civil identificou no final da manhã desta terça-feira (17), o homem encontrado morto às margens da PR-180, em Francisco Beltrão, na tarde de segunda-feira (16). Trata-se de Leozir Ferreira de Morais, de 32 anos, morador no município de Verê, que fica distante cerca de 25 km de Francisco Beltrão. A identificação facilita, a partir de agora, o trabalho investigação que busca a autoria e os motivos do crime. O corpo que estava no IML foi reconhecido pelo pai da vítima, Pedro Ferreira de Morais.

Em entrevista à Rádio Onda Sul FM, ele contou que o filho saiu no sábado (14) para visitar a irmã que mora em Pato Branco e deveria retornar no domingo (15), mas isso não aconteceu. Na segunda-feira, durante todo o dia, o pai fez inúmeras ligações, mas não foi atendido pelo filho e na manhã desta terça-feira (17) ao tomar conhecimento pela rádio que um homem havia sido encontrado morto resolveu verificar, quando infelizmente se deparou com o corpo do filho no IML.

Pedro relatou que reconheceu o filho através de uma tatuagem no braço, com o nome da neta. Bastante abalado afirmou que o filho morava com um tio e não tinha inimizades com ninguém. Era funcionário de uma panificadora na cidade de Verê. A única coisa que o pai não aprovava era as amizades de Leozir com algumas pessoas envolvidas com o tráfico de drogas. “Eu sempre disse pra ele que aquelas pessoas não eram boas amizades, mas ele ao invés de aceitar meus conselhos preferiu sair de casa e foi morar com o tio. Não acredito que ele tenha feito uso de drogas, mas só o fato de andar com aquelas amizades já me preocupava muito, e olha só no que deu. Quem fez isso com meu filho não tem coração, não tem piedade, pois foi uma tamanha crueldade”, desabafou o pai.

Apesar de ter feito o reconhecimento, Pedro de Morais depende de uma autorização judicial para liberar o corpo no IML, isso por que nenhum documento foi encontrado junto ao corpo. A Polícia Civil está investigando o caso e tenta descobrir a autoria e a motivação. Os investigadores Edio e Oliveira estão trabalhando no caso e pedem o apoio da comunidade. Se alguém souber de alguma informação relacionada ao fato, pode denunciar. Basta ligar para a Polícia Civil. O telefone é o 197 e não precisa se identificar.