A Comissão da Advocacia Criminal da Subseção da OAB de Palmas apontou uma série de problemas na Cadeia Pública de Palmas e está cobrando uma solução ao Departamento Penitenciários (DEPEN) do Paraná. Relacionaram falta de agentes penitenciários e das condições para o trabalho da advocacia junto aos detentos. Além disso, denunciaram o eventual favorecimento para alguns advogados.

As questões foram pontuadas, nesta semana, em virtude de diversas ocorrências, como a fuga de sete detentos no último dia 14 de fevereiro, posteriormente recapturados. A comissão está reivindicando a designação de pelo menos 03 agentes penitenciários armados além de uma agente feminina com a mesma condição para o fim de ampliar a segurança dos detentos e da sociedade.

Também apresentaram requerimento visando livre acesso pelos advogados à cadeia pública, através da permanência de portão aberto durante o horário comercial no período diurno com acesso ao estacionamento.  Também solicitam espaço para o parlatório, visto que o encontro dos advogados com os detentos ocorre em local inadequado e desprovido de privacidade para o diálogo.

Na ata, também denunciaram a existência de cartões de visita de advogados dentro das celas e nas dependências da recepção Cadeia Pública. Ao mesmo tempo pediram que ocorra a destruição destes  e impedida a distribuição de materiais que possam caracterizar  favorecimento na captação de clientela clandestinamente. Também integram a Comissão os advogados  Iago Loureiro, Tatiane Grein Pageski, Cristian Reis e Peterson Lobas