O verão é a época do ano onde a procura por passeios em locais como clubes, parques aquáticos, praias, rios e lagos aumenta consideravelmente e infelizmente o número de afogamentos também. Sabe-se que são vários os fatores que colaboram para esse aumento. O principal deles é ignorar os riscos que cada ambiente aquático possui. Piscinas, praias, rios e lagos, possuem características diferentes e, portanto, riscos diferentes! Outro fator é a falta de respeito à sua condição física e de nado, levando à comportamentos de risco que quase sempre acabam mal.

Segundo o Tenente Moisés, do Corpo de Bombeiros de Francisco Beltrão, a bebida alcoólica também não combina com esse tipo de prática. “A partir do momento que o cidadão bebeu e entrou na água, ele acaba assumindo o risco de se afogar. ”

Ainda segundo ele, outra preocupação são as crianças, que ainda não tem noção do perigo. “Para as crianças uma das medidas de segurança é substituir a boia por coletes, eles são mais viáveis pelo fato das crianças não escorregarem, ao contrário da boia, afundando ou sendo levado pela correnteza. ” Pais devem estar atentos o tempo todo, “não descansar e deixar as crianças sozinhas na água. É necessário ainda estar apenas um braço de distância dos mesmos”, enfatiza o tenente.

Só no último mês, dois casos de afogamentos seguidos de morte foram registrados na nossa região. Ainda em novembro, no dia 13, o jovem Lucas Rafael de Lima, de apenas 19 anos morreu afogado no Rio Iguaçú. E na terça (25), Lúcio Roque Fiore, de 42 anos, perdeu a vida no Rio Chopim durante as festividades do natal no interior de Dois Vizinhos.

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