O governador Beto Richa autorizou nesta quarta-feira (9), no Palácio Iguaçu, a criação de duas novas Delegacias da Mulher, uma em Cianorte (Noroeste) e outra em União da Vitória (Sul). Com isso, Paraná passará a ter 20 delegacias especializadas no atendimento às mulheres vítimas de violência e agressões.

O anúncio das duas novas unidades foi feito na solenidade em que Richa entregou 19 veículos para equipar as 18 Delegacias da Mulher já existentes. Outros oito veículos serão repassados nos próximos dias, chegando a um total de 27 novos carros para as especializadas.

“Estamos fortalecendo a estrutura das delegacias para que possam ampliar e agilizar as ações no combate à violência contra a mulher”, afirmou o governador na solenidade, que teve a presença da vice-governadora Cida Borghetti, da secretária do Trabalho e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, do presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano, e de deputados estaduais.

Deputado Guto Silva (PSC), Escrivã Silvana Savi (Pato Branco) e governador Beto Richa. Foto: Assessoria
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Deputado Guto Silva (PSC), Escrivã Silvana Savi (Pato Branco) e governador Beto Richa. Foto: Assessoria

Beto Richa lembrou que a primeira Delegacia da Mulher foi criada no governo de José Richa e que, nos últimos cinco anos, já em sua gestão, são seis unidades, contando as duas anunciadas hoje. “Isso demonstra o respeito do governo estadual para com as mulheres. Nosso governo é sensível à questão e trata a segurança e assistência às mulheres com prioridade”, disse o governador.

Os novos carros vão para as Delegacias da Mulher de Apucarana, Araucária, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Curitiba, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Jacarezinho, Londrina, Maringá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Toledo e Umuarama. Os novos veículos vão fortalecer e reequipar essas delegacias.

De acordo com o secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita, as delegacias possibilitam que a mulher se sinta menos temerosa em enfrentar as dificuldades e quebre o silêncio, denunciando o agressor às autoridades. “O Estado não tem medido esforços para combater de forma humanitária, célere e eficaz todas as formas de violência contra as mulheres, incluindo os graves casos de assassinato e tráfico de mulheres”, afirmou.