Secretaria de Educação de Palmas explica funcionamento de escolas durante paralisação de professores
Sindicato dos Professores Municipais convocou mobilização para esta quinta-feira (7).
Educação e Cultura
As escolas municipais e os Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) de Palmas, no Sul do Paraná, vão receber os alunos nesta quinta-feira (7), mesmo com a paralisação convocada pelo sindicato que representa os professores da rede municipal.
A informação foi confirmada pelo secretário municipal de Educação, professor Mário Camargo, em entrevista à Rádio Club. Segundo ele, a decisão foi tomada após uma reunião realizada nesta quarta-feira (6) com diretoras das escolas e coordenadoras dos CMEIs. Ouça a entrevista no player abaixo:
![[Grupo RBJ de Comunicação] Secretaria de Educação de Palmas explica funcionamento de escolas durante paralisação de professores](https://rbj.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mario-camargo-1067x800.jpeg)
O secretário reconhece que a paralisação é um direito da categoria, mas reforça a necessidade de garantir atendimento às crianças. Explicou que as instituições funcionarão com quantidade reduzida de professores, mas com apoio de equipes pedagógicas e demais setores da secretaria para auxiliar as unidades escolares em situações pontuais.
Ressaltou o secretário que a paralisação envolve exclusivamente professores representados pelo sindicato da categoria e que os demais profissionais, como merendeiras, auxiliares de serviços gerais, equipe de limpeza, motoristas e estagiários, devem comparecer ao trabalho normalmente.
Questionado sobre a atuação dos estagiários, o secretário reforçou que eles não podem permanecer como responsáveis diretos pelas turmas sem a presença de um professor. Por isso, nas turmas em que o professor aderir à paralisação, haverá uma reorganização com as equipes de apoio. A paralisação está prevista apenas para quinta-feira. Na sexta (8) as aulas devem ocorrer normalmente.
O secretário informa ainda que o dia parado deverá ser reposto em 24 de julho, data que inicialmente seria destinada à formação dos professores. A formação será realizada em outra data durante o recesso, já que, conforme explicou, não é possível contabilizar formação e reposição como atividade letiva no mesmo dia.