A paralisação dos servidores estaduais do Hospital Regional do Sudoeste Dr. Walter Alberto Pecóits, Hemocentro e 8ª Regional de Saúde ganhou mais um capítulo nesta quinta feira, 20.

 

Por causa da chuva, uma tenda foi montada. Embaixo dela, os servidores uniformizados com um colete de greve, levaram para o trevo da Água Branca, próximo a entrada do hospital regional, um caixão, onde segundo os manifestantes, estavam velando a saúde pública do Paraná.

 

A diretora estadual do Sindsaúde, Marlene Ozório afirmou que o governo “matou” a saúde com a aprovação da Fundação Estatal de Saúde, Funeas, na Assembleia Legislativa do Paraná. “A cada dia que passa, ganhamos mais força em nível estadual e local, por isso não vamos parar enquanto o governo do estado não chamar a gente pra conversar” garantiu Marlene.

 

Entidades

 

O presidente da Associação dos Municípios do Paraná, Amsop, prefeito de Santo Antonio do Sudoeste, Ricardo Ortinã (PR), o presidente da Associação Regional de Saúde do Sudoeste, ARSS, prefeito de Salgado Filho, Beto Arisi(PMDB) e o presidente do Consórcio Intermunicipal de Urgências e Emergências do Sudoeste do Paraná, Ciruspar, prefeito de Marmeleiro, Luiz Fernando Bandeira(PP) e a chefe da 8ª Regional de saúde, Cintia Ramos estiveram reunidos com representantes do Sindsaúde para entender as pautas de reivindicação. O prefeito Beto Arisi sinalizou positivamente, em auxiliar os manifestantes para iniciar uma conversação com o governo do estado. Até agora, segundo o prefeito, a paralisação não afetou os serviços essenciais, pois os funcionários mantêm em ritmo de revezamento o atendimento em 30%, tanto no hospital regional, quanto no hemocentro. Durante a reunião, Marlene admitiu o respeito à população e que entende a reclamação de muitos por não haver o atendimento pleno, porém solicita a compreensão dos usuários do SUS.