A prevenção é sempre o melhor remédio. Com este pensamento, a Secretaria de Saúde regularmente relembra a necessidade de atenção a algumas doenças que ficam “sumidas”, mas que precisam de cuidado. Este é o caso da hanseníase, que tem apenas um caso em tratamento e está controlada no Município, porém, é contagiosa e todos devem ficar atentos.

A doença é caracterizada por manchas no corpo, em muitos casos, que não apresentam sensibilidade, coceira, pelos ou suor. Ela ataca pele e nervos, e, a longo prazo, pode provocar dificuldade de movimentos. A cura existe e quanto antes iniciado o tratamento – gratuito pelo SUS – são maiores as chances de evitar sequelas.

Quem tem alguma mancha suspeita deve procurar a sua unidade básica de saúde de referência para avaliação. Mesmo que não seja hanseníase, pode ser outra doença de pele que exija consideração. Para a hanseníase, existe exame para diagnóstico e o tratamento varia conforme o tempo que está com a doença, podendo ser de 6 meses a 1 ano e meio.

“É importante frisar que a hanseníase pode demorar até 5 anos para se manifestar na pessoa, e é por isso que as pessoas de sua convivência também são acompanhadas”, explica a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Lídia Simionatto. Por isso, mesmo a pessoa que tratou e teve alta é acompanhada pela Secretaria de Saúde por 5 anos. A situação está controlada no Município e são muitos os casos que estão sendo acompanhados, ainda que só 1 esteja em tratamento.

Quem tem hanseníase e está em tratamento não transmite a doença. Por isso, pode continuar trabalhando e realizando suas atividades do dia a dia normalmente. O diagnóstico precoce é importante para evitar sequelas e transmissão da doença. Se você tem manchas com as características e está em dúvida, procure a unidade básica de saúde mais próxima de você e peça uma avaliação.

Da redação, com informações da Assessoria.