A chefe da Vigilância em Saúde de Palmas, Suzana Benin Amadori, está orientando a população sobre procedimentos para evitar o surgimento do mosquito da dengue, para ela a participação da comunidade, permitindo o acesso das agentes nas inspeções, além de acionar o órgão caso encontre larvas é de suma importância.

Outro fator observado foi situações de lotes baldios que contenham recipientes que possam abrigar as larvas do aeds aegypti. Caso a população observar algum local com estas características deverá comunicar a secretaria de Agricultura, que é o setor responsável pela fiscalização e autuação para as devidas providências.

Embora Palmas não seja um município com infestação de dengue, Suzana alerta ainda para uma possível mutação do mosquito, se tornando resistente a baixas temperaturas.

Em 2018 a Vigilância em Saúde realizou 31 leituras de larva no município, contudo nenhuma positiva para o mosquito da dengue.

No perímetro urbano de Palmas foram realizadas 38,800 visitas, com a distribuição de panfletos e orientações para prevenção de surgimento do aeds aegipty, além de 26 locais que recebem monitoramento periódico.