O município de Palmas, sul do Paraná, não gastará os R$ 11 milhões de reais com a contratação de serviços médicos pelo período de um ano. A garantia é da Diretora de Saúde de Palmas, Dalva Zago, salientando que os valores publicados nos extratos de contratos servem de parâmetro máximo.

Explicou que o município não tem orçamento e nem condições de gastar mais de 900 mil mensais com médicos e que não é o valor publicado que conta, e sim,  o que será utilizado e quanto será efetivamente pago pelos serviços prestados. Salientou que o valor depende da carga horária existente para cada médico e com base na produtividade dos contratados. Lembrou  que todos os contratos e relatórios prestação de contas passam pela análise e fiscalização do Conselho Municipal de Saúde.“Os onze milhões é o teto máximo, mas a carga horária é humanamente impossível de ser atingida”, disse ela.

O Diário Oficial do Município(DIOEMS) do dia 13 publicou os extratos de contratação de serviços médicos para atuar Pronto Atendimento Municipal (PAM), que funciona 24 horas, e também no 3º turno na Unidade Básica de Saúde(UBS) do Bairro Lagoão, que se estende até às 21h00.São cinco contratos no valor de R$ 1.955.340,00 cada; um de R$ 1.347.120,00 e outro de R$ 597.600,00, totalizando R$ 11.721.420,00.  O tempo de duração se estende até 11 de Março de 2018.