O governo do estado autorizou nesta semana o município de Chopinzinho, no sudoeste do Paraná. A iniciar o processo para a reativação dos 10 leitos de UTI. Na última terça-feira (11) estiveram na capital paranaense, o prefeito Leomar Bolzani, o secretário municipal de Saúde Ivoliciano Leonarchik, o Diretor Clínico da Policlínica Chopinzinho, Dr. João Carlos Guarienti e o Deputado Estadual Ademar Traiano.

 

Durante entrevista na manhã de quinta-feira (13) na rádio Difusora América, o prefeito confirmou a notícia “na audiência de terça-feira, o secretário de Saúde Michele Caputo Neto, nos autorizou a iniciarmos o processo para a reabertura dos leitos de UTI. 10 leitos como tínhamos no passado e infelizmente foram embora”. 

 

Segundo o Leomar desde que assumiu o cargo em 2013, conversas com a secretaria de saúde do estado marcaram o resultado positivo, “alguns meses estamos trabalhando para que possamos trazer os leitos de UTI aqui para Chopinzinho. É importante ressaltar que a batalha que tivemos nesses últimos meses teve um final feliz”.

 

Os investimentos em equipamentos deve chegar a casa de 1 milhão de reais. Até o momento não se tem data certa para a ativação dos leitos, mas segundo o prefeito em meados de 2015, a UTI estará ativa e atendendo Chopinzinho e municípios vizinhos.

 

 

 

 

Fechamento das UTI’s

O município contava com 10 leitos de UTI, mas devido as dificuldades financeiras para manter toda a estrutura, os leitos foram fechados em abril de 2011. Equipamentos cedidos  pelo estado foram destinados a outros hospitais da região.

 

Na época durante uma sessão da Câmara de Vereadores de Chopinzinho, o Dr. João Carlos Guarienti explicou a situação da unidade, “a UTI é uma unidade de alta complexidade prestadora de serviço, que fez com que o hospital aumentasse seu quadro funcional em várias áreas. Somente para ter uma base da situação real de gastos e valores repassados, para manter toda noite médicos de plantão é gasto em média R$ 40.000,00, e o valor repassado para a manutenção com este gasto é de R$ 14.000,00. Estes são os valores estipulados pelo Ministério da Saúde, mas infelizmente os profissionais não aceitam fazer o trabalho por este valor”, declarou.