De 1º a 7 de outubro, a Igreja Católica celebra a Semana Nacional da Vida, através de promoção da Comissão Episcopal Pastoral Vida e Família da CNBB e no dia 8 de outubro será celebrado o Dia do Nascituro. A data é dedicada à criança que ainda vive na barriga da mãe. Neste período, dioceses e comunidades de todo Brasil organizam atividades e celebrações em prol da vida. O Dia do Nascituro é um instrumento que ajuda a compreender e admirar, proteger e defender a beleza da vida, sua grandeza e dignidade, seu incomparável valor.

Na Diocese de Palmas-Francisco Beltrão, foi provado em 12 Câmaras de Vereadores o “Dia Municipal de Defesa da Vida” – celebrado no dia 8 de outubro. Neste dia deverão ser realizadas atividades, celebrações, reflexões, encontros, caminhadas, momentos de maior comunhão das famílias na evangelização e transformação da sociedade em favor da vida.

No dia 8 de setembro, quinta-feira, na Coordenação Diocesana da Ação Evangelizadora, com a presença do Pe. Emerson Detoni (CDAE) e coordenações diocesanas da Pastoral Familiar, Pastoral da Criança, Pastoral da Pessoa Idosa e Renovação Carismática Católica, aconteceu reunião para definir o trabalho a ser realizado na Semana Nacional da Vida e no Dia do Nascituro, em todas as Paróquias da diocese.

Defender a Vida

Dom João Bosco Barbosa (Presidente da Comissão Episcopal Pastoral Vida e Família da CNBB) ressalta ser preciso maior conscientização sobre o valor e o direito à vida por parte das autoridades governamentais e da população. “Nossa sociedade está marcada por uma mentalidade utilitarista, que reduz o olhar sobre a realidade: tudo é avaliado pela conveniência e utilidade. Assim, cresce a mentalidade que considera legítimo descartar vidas humanas, quando são percebidas como peso ou inúteis. A vida humana não é nossa produção, ela é dada. Todos nós a recebemos gratuitamente, por isso é inviolável. Nunca um ser humano é alguma coisa, sempre é alguém”, pontua dom Bosco (CNBB).

 Exortação Apostólica – Amoris Laetitia – sobre o amor na Família (80) – o Papa Francisco afirma: “Se a família é o Santuário da Vida, o lugar onde a vida é gerada e cuidada, constitui uma contradição pungente fazer dela o lugar onde a vida é negada e destruída. É tão grande o valor de uma vida humana e inalienável o direito à vida do bebê inocente que cresce no ventre de sua mãe, que de modo nenhum se pode afirmar como um direito sobre o próprio corpo a possibilidade de tomar decisões sobre esta vida que é o fim em si mesma e nunca poderá ser objeto de domínio de outro ser humano. A família protege a vida em todas as suas fases, incluindo o seu fim. Por isso a quantos trabalham nas estruturas de assistência à saúde, recorda-se a obrigação moral da objeção de consciência. Do mesmo modo, a Igreja não somente sente a urgência de afirmar o direito à morte natural, evitando o excesso terapêutico e a eutanásia, mas também rejeita com firmeza a pena de morte.

 
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