Rede Feminina de Combate ao Câncer de Palmas celebra 10 anos de acolhimento e solidariedade
Instituição atende pacientes oncológicos de todas as idades e tem como meta a construção de sua sede própria.
Saúde
A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Palmas completa, neste domingo (6), dez anos de atuação. Criada em 2016 por um grupo de voluntárias, a entidade se consolidou como referência no acolhimento de pacientes oncológicos e de suas famílias, oferecendo apoio emocional, orientação, empréstimo de equipamentos, doação de materiais e auxílio na busca por tratamentos e medicamentos.
Em entrevista à Rádio Club, uma das fundadoras da instituição, Evandra Moraes, relembrou que a ideia surgiu após um grupo conhecer o trabalho desenvolvido pela Rede Feminina de Abelardo Luz (SC). “A Ana Cristina Leining trouxe essa ideia para Palmas e eu ouvi uma entrevista dela na rádio falando sobre a criação da instituição. Entrei em contato porque achei o trabalho muito importante e participei desde a fundação”, recorda. Acompanhe a entrevista no player abaixo:
Desde o início, a Rede Feminina adotou um modelo de atendimento baseado no acolhimento e no respeito à vontade dos pacientes. As voluntárias somente realizam visitas quando a família manifesta interesse em receber o apoio da instituição. A partir desse primeiro contato, é feita uma avaliação das necessidades de cada paciente.
Entre os serviços oferecidos estão o empréstimo de cadeiras de rodas, andadores, perucas, lenços, bolsas para pacientes ostomizados, alimentação e auxílio para obtenção de medicamentos e encaminhamentos médicos.
Atual presidente da entidade, Adriana Signor, destaca que o trabalho é desenvolvido exclusivamente por voluntárias, que dedicam parte do tempo para prestar assistência aos pacientes.
Entre as principais conquistas da instituição está a instalação do mamógrafo que atende Palmas e municípios vizinhos. A Rede Feminina também conquistou, recentemente, um veículo destinado às atividades da instituição, utilizado nas visitas domiciliares e no acompanhamento de pacientes em tratamento. Embora atualmente funcione em um quiosque na Praça Bom Jesus, a entidade já possui um terreno junto ao Posto de Saúde Central e pretende construir uma sede própria.