Sessão Legislativo / Foto: Francione Pruch
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Sessão Legislativo / Foto: Francione Pruch

Hoje (18) à noite, os vereadores de renascença se reúnem para mais uma sessão ordinária. Em pauta um assunto que já foi discutido várias vezes esse ano, a concessão de benefício do transporte universitário para os estudantes que precisam se deslocar para outras cidades da região.

Na semana passada com a casa cheia, esteve na pauta dois temas, transporte e moradia. Até 2016, cada estudante recebia um benefício da administração municipal para custear o deslocamento, o mesmo foi cortado neste ano. Agora estudantes e vereadores lutam para o retorno da gratificação.

Segundo a acadêmica de ciências econômicas, Adrieli Cassia borges, destaca que é um direito dos estudantes. “O que a gente quer apenas, é o nosso direito. Queremos um auxílio para continuar cursando a faculdade. Tem estudantes que estão pensando em desistir do curso porque não tem condições de pagar o transporte”.

O vereador Vanderson Rodrigo Zanini, diz que não pode existir barreiras e manifesta apoio ao retorno do auxílio. “Tenho certeza que não podemos criar barreiras contra os estudantes. Eles já sofrem muito para ter uma profissão e você criar uma barreira é bem injusta. Mesmo sendo do lado do prefeito a gente já cobrou e vamos continuar cobrando para que o auxílio retorne”.

Para a reunião de hoje, os representantes do Conselho municipal de educação, juntamente com a secretária de educação foram convocados para participar da reunião do legislativo.

Segundo o presidente da casa, vereador Leandro Fávero, “toda sessão a gente bate em cima, pedindo esse apoio aos universitários, o qual sempre teve em Renascenças, mas ele cortou. É a terceira sessão que a gente cobra, chamamos os alunos, mas nenhuma resposta do executivo”.

Moradia

O primeiro a ser debatido na última sessão foi a Moção de Apoio emitida pelo legislativo as famílias da Comunidade Sete de Setembro, localizado na Linha Santa Terezinha. Uma ação judicial está tramitando no judiciário e põem em risco o futuro a moradia de 40 famílias que estão na localidade há 20 anos, mas não tem suas terras regularizadas pelo Incra.

Moradora da comunidade, Neida Rodex relata a situação das famílias e diz que gostou do apoio dos vereadores. “Contamos com o apoio dos vereadores e pedimos também o apoio do comércio. Esperamos que o Incra tome as atitudes cabíveis porque estamos lá há 20 anos, agora veio o pedido de reintegração de posse. São 40 famílias, cada uma tem sua plantação, casa. Então pedimos encarecidamente para que as lideranças vejam isso o mais rápido possível”.

Fávero destaca a importância e o direito das famílias em permanecer com os lotes, “a gente entende que essas famílias são legitimas no município, são 20 em cima dessa terra, então não temos como negar ajuda para as pessoas que conhecemos há muito tempo”.