Um dos primeiros atos de Jair Bolsonaro como presidente da República foi a nomeação dos ministros de Estado que comporão o seu governo. A equipe será formada por 22 ministros, número maior que o prometido durante a campanha eleitoral, quando Bolsonaro anunciou que sua gestão contaria com 15 pastas.

Ministério do governo Bolsonaro

 

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Osmar Terra: Ministério da Cidadania

Ex-ministro do Desenvolvimento Social no governo Temer, Osmar Terra assume o Ministério da Cidadania, que vai fundir as atribuições dos ministérios do Esporte, da Cultura, além da Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (Senad), vinculada atualmente ao Ministério da Justiça.

 

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Tereza Cristina: Ministério da Agricultura

Deputada federal pelo DEM do Mato Grosso do Sul, a engenheira agrônoma e empresária do agronegócios Tereza Cristina é a ministra da Agricultura. Ela é presidente da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária) e tem uma longa trajetória no setor.

 

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Paulo Guedes: Ministério da Economia

O economista Paulo Guedes, que acompanhou Bolsonaro durante a campanha, ocupará o “superministério” da Economia (unindo Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio). Ele será responsável pelas principais medidas do governo, como corte de gastos públicos.

 

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general Fernando Azevedo e Silva: Ministério da Defesa

O general Fernando Azevedo e Silva é militar da reserva e atuou como assessor do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli. Azevedo e Silva foi chefe do Estado Maior do Exército e comandante da Brigada Paraquedista antes de ir para a reserva.

 

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Onyx Lorenzoni: Casa Civil

O deputado federal Onyx Dornelles Lorenzoni (DEM-RS) será responsável por acompanhar, de forma integrada, as principais políticas públicas dos demais ministérios, coordenar os balanços de ações governamentais, publicar nomeações e exonerações, além de auxiliar na tomada de decisões do chefe do Executivo. Antes da posse, Onyx coordenou a equipe de transição de governo.

 

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Sergio Moro: Ministério da Justiça e da Segurança Pública

O juiz, que era responsável pela Operação Lava Jato, assume o Ministério da Justiça (fusão com a Secretaria de Segurança Pública e Conselho de Controle de Atividades Financeiras, Coaf). Moro assumiu, há mais de quatro anos, a condução da Operação Lava Jato, apontada pelo Ministério Público Federal como o maior escândalo de corrupção e lavagem de dinheiro no Brasil.

 

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Ernesto Araújo: Ministério das Relações Exteriores

Diplomata há 29 anos, Ernesto Fraga Araújo, era diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty antes de assumir como chanceler.

 

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Tarcísio Gomes de Freitas – Ministério da Infraestrutura

Tarcísio Gomes de Freitas assume o Ministério da Infraestrutura, que vai abranger os setores de transporte aéreo, terrestre e aquaviário. Ele foi nomeado diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura Transporte (DNIT) em 2011.

 

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Ricardo Vélez Rodríguez: Ministério da Educação

Filósofo é professor emérito da Escola de Comando e Estado Maior do Exército, Ricardo Vélez Rodríguez assume o Ministério da Educação. Ricardo Vélez Rodríguez nasceu em Bogotá, tem 75 anos, e graduou-se em Filosofia e Teologia. Veio para o Brasil fazer pós-graduação nos anos 1970, sempre na área de Filosofia, obtendo o título de mestre e depois de doutor por universidades do Rio de Janeiro.

 

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André Luiz de Almeida Mendonça: Advocacia-Geral da União

Advogado da União desde 2000 e com pós-graduação em Governança Global, André Luiz de Almeida Mendonça assume a Advocacia-Geral da União. Com pós-graduação em Governança Global, Mendonça é advogado da União desde 2000 e foi procurador seccional da União em Londrina. Ele também coordenou a área disciplinar da Corregedoria da AGU.

 

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General Carlos Alberto Santos Cruz: Secretaria de Governo

O general-de-divisão é o secretário de governo. O órgão tem status de ministério. A principal missão de Cruz será a articulação com o Congresso Nacional e com partidos políticos e o diálogo com estados e municípios. Ele ocupou a Secretaria de Segurança Pública durante o governo do presidente Michel Temer (MDB) entre 2017 e 2018.

 

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Damares Alves: Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos

A advogada Damares Alves assume o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Assessora do senador Magno Malta (PR-ES), comanda a pasta criada pelo governo Bolsonaro. O novo ministério também vai agregar a Fundação Nacional do Índio (Funai).

 

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Gustavo Canuto: Ministério do Desenvolvimento Regional

Atual secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, Gustavo Henrique Rigodanzo Canuto assume o Ministério do Desenvolvimento Regional. A pasta deve agregar as atuais atribuições dos ministérios da Integração Nacional e das Cidades, além de assumir programas importantes como Minha Casa Minha Vida, de habitação, e ações relacionadas a obras contra a seca e infraestrutura hídrica.

 

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Ricardo Salles: Ministério do Meio Ambiente

Advogado e administrador, Ricardo de Aquino Salles foi secretário particular de Alckmin entre 2013 e 2014 e secretário de Meio Ambiente de São Paulo de 2016 a 2017. É formado em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cursou pós-graduação nas universidades de Coimbra e de Lisboa, além de ter especialização em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas.

 

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Almirante Bento Costa Lima de Albuquerque: Ministério de Minas e Energia

O almirante-de-esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior assume o Ministério de Minas e Energia. Ele estava atuando como diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha.

 

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Marcos Pontes: Ministério da Ciência e Tecnologia

Astronauta próximo a Bolsonaro, Marcos Pontes fica à frente do Ministério de Ciência e Tecnologia. Oficial da reserva, ficou conhecido por ter sido o primeiro astronauta brasileiro, enviado para o espaço, em 2006, em uma parceria do governo brasileiro com a Nasa, a agência espacial norte-americana.

 

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Marcelo Álvaro Antônio: Ministério do Turismo

O deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PSL) é o ministro do Turismo. Ele está no segundo mandato e foi o deputado mais votado de Minas Gerais nas últimas eleições, com mais de 230 mil votos. Integra a frente parlamentar evangélica no Congresso.

 

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Wagner de Campos Rosário: Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União

Servidor de carreira e ex-capitão do Exército, Wagner de Campos Rosário continua no cargo de ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), que ocupa desde maio de 2017. Natural de Juiz de Fora (MG), Wagner Rosário tem 43 anos e é auditor Federal de Finanças e Controle desde 2009.

 

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Gustavo Bebianno: Secretaria-Geral da Presidência da República

O advogado Gustavo Bebianno é o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência. Presidente do PSL durante a campanha eleitoral, Bebianno terá como principal atividade a modernização e a desburocratização do Estado e fará do núcleo mais próximo do presidente.

 

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General Augusto Heleno: Gabinete de Segurança Institucional

Oficial da reserva, o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira assumirá o (GSI) Gabinete de Segurança Institucional. Augusto Heleno tem 71 anos, foi comandante das tropas da Missão das Nações Unidas no Haiti de 2004 a 2005. Entre 2007 e 2009, o general exerceu a função de Comandante Militar da Amazônia. De 2011 a 2017, atuou no Comitê Olímpico do Brasil (COB).

 

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Roberto Campos Neto: Banco Central

O economista Roberto Campos Neto, de 49 anos, deve comandar o Banco Central. Executivo do banco Santander e neto do ex-ministro Roberto Campos, Campos Neto substituirá Ilan Goldfajn, que não aceitou o convite para permanecer no cargo.