A prefeita de Quedas do Iguaçu, Marlene Revers (Pros), que chegou a ter o mandato cassado pela Câmara de Vereadores no dia 6 por gastos excessivos. Na sexta-feira (9), uma liminar da Justiça autorizou que ela permanecesse no cargo.

Ela classificou de “absurda” a condução das investigações sobre a compra de 6,5 toneladas de bolo e 36 mil salgadinhos. Segundo ela, foram mandadas para os vereadores da Comissão Processante, umas dez pastas bem organizadas, com fotos, com assinatura de presença, relatório de todos os programas, a soma das notas.

Segundo determinação do juiz Vitor Toffoli, será marcada uma uma nova sessão de votação do parecer da Comissão Processante. A Câmara Municipal recorreu da decisão.

A prefeita e o seu marido, Vitório Revers, que é secretário da atual Administração, alegam que a cassação foi uma retaliação política da Câmara, já que a oposição é maioria no Legislativo municipal.