Na última semana, a Polícia Civil de Pato Branco recebeu uma denúncia anônima de que uma ossada humana teria sido encontrada em um túmulo onde estavam enterrados outros dois corpos.

Tudo começou quando um homem foi retirar os restos mortais dos corpos de dois familiares para fazer reformas e melhorias no túmulo, quando se deparou com uma caixa de madeira aparentemente feita de forma artesanal. Dentro da caixa havia restos de um terceiro corpo, aparentemente de uma pessoa que teria sido esquartejada.

Após os investigadores fazerem o levantamento do local, a Polícia Civil recebeu a denúncia de que a ossada encontrada, seria da costureira Marli Frizanco, que está desaparecida desde o ano de 2016 em Francisco Beltrão. José Frizanco, esposo de Marli é o principal suspeito do crime. Ele foi preso e condenado a 30 anos de reclusão e cumpre pena na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão.

A Polícia Civil de Pato Branco juntamente com a Polícia Civil de Francisco Beltrão estão trocando informações sobre o caso. A ossada humana que foi encontrada no cemitério de Pato Branco será submetida a exame de DNA para apurar se de fato, trata-se de Marli Frizanco.

A equipe de reportagem da Rádio Onda Sul FM, entrou em contato com Edilaine Frizanco, filha de Marli, que mora em Santa Catarina. Durante a entrevista, ela disse que acredita e espera que o corpo seja da sua mãe. “Eu acredito, espero e torço que seja, pra eu poder fazer uma missa pra minha mãe, poder enterrar ela, é o sonho da família inteira. Todo mundo tem um funeral, só a minha mãe que não teve. Eu espero e acredito que seja sim”.

Segundo, Edilaine, algumas características dão a entender de que seria sim o corpo da mãe. “Eles falaram que tinha dentadura e a minha mãe usava dentadura, era uma mulher de aproximadamente 50 anos e a minha mãe tinha 47. Eu acredito que seja, só falta um DNA para tirar essa dúvida”.

Confira o áudio da entrevista na íntegra: