O laudo cadavérico de Maiara Paola Dill, 22, morta na última semana em Xanxerê, Oeste de Santa Catarina, apontou que a jovem morreu por asfixia, em decorrência de uma lesão pulmonar. O resultado foi apresentado pelo delegado Adilson Bressan, responsável pelas investigações do caso.

Ele ainda aguarda o laudo do local e o resultado de um exame toxicológico para concluir o inquérito policial. Conforme o delegado, o exame dá inicio a apuração do caso, mas é o conjunto de exames e laudos que deverá esclarecer o que, de fato, aconteceu.

O namorado de Maiara afirmou em depoimento à Polícia Civil que a jovem morreu engasgada com um alimento. Segundo o delegado Albino Sousa de Araújo, que ouviu testemunhas ainda no final de semana, o casal teria consumido bebida alcoólica. Sobre o sangue encontrado na casa, o rapaz justificou que tentou desenrolar a língua de Maiara no momento do engasgo.

A estimativa é que os laudos faltantes fiquem prontos e sejam entregues à Polícia Civil no decorrer dos próximos 30 dias.