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11 de julho de 2026
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Planejamento previdenciário pode garantir aposentadoria melhor e evitar prejuízos

Especialistas explicam como o planejamento ajuda a definir regras, valores e prazos da aposentadoria

RBJ TV e Especial Publicitário

por Deise Bach

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Foto: Jack Jr
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Com as mudanças trazidas pela Reforma da Previdência, o planejamento previdenciário tem se tornado uma ferramenta cada vez mais importante para quem deseja se aposentar com segurança e evitar perdas financeiras. O tema foi destaque no programa Direito em Pauta, que recebeu as advogadas Ana Paula de Oliveira Costa e Camila Rocha, integrantes da Comissão Previdenciária da OAB de Francisco Beltrão.

Durante a entrevista, as especialistas explicaram que o planejamento previdenciário vai muito além de descobrir quando será possível solicitar a aposentadoria. Trata-se de uma análise individual que avalia o histórico de contribuições, as regras aplicáveis e as possibilidades futuras, permitindo ao segurado tomar decisões mais assertivas sobre sua vida profissional e financeira.

Segundo as advogadas, a Reforma da Previdência de 2019 alterou significativamente as regras para concessão dos benefícios, criando diferentes modalidades de transição para quem já contribuía antes da mudança. Nesse cenário, o planejamento passou a ser fundamental para identificar qual regra oferece as melhores condições para cada trabalhador.

Outro ponto destacado foi a possibilidade de corrigir inconsistências no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), regularizar períodos de contribuição e reconhecer atividades que podem influenciar diretamente no valor e no prazo para obtenção do benefício. Em regiões como o Sudoeste do Paraná, por exemplo, é comum que períodos de trabalho rural sejam utilizados para complementar o tempo de contribuição.

As especialistas também ressaltaram que o planejamento não é indicado apenas para quem está próximo da aposentadoria. A recomendação é que o trabalhador comece a avaliar sua situação previdenciária ainda durante a vida profissional, especialmente a partir dos 40 anos, quando há mais tempo para realizar ajustes e definir estratégias que possam refletir no benefício futuro.

A entrevista também abordou dúvidas frequentes sobre as regras de transição, a importância da organização documental e os impactos das contribuições no valor final da aposentadoria.

A entrevista completa com as advogadas Ana Paula de Oliveira Costa e Camila Rocha está disponível em vídeo ao final desta matéria.

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