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Grupo RBJ de Comunicação
Grupo RBJ de Comunicação,
11 de abril de 2021
Rádios

Pesca predatória continua proibida mesmo com fim da piracema, alerta comandante da Polícia Ambiental

Nos últimos meses, várias pessoas foram presas praticando a pesca ilegal na região de Chopinzinho.

CotidianoMeio Ambiente

por Evandro Artuzzi

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Capitão Leandro Warde Fonseca, comandante da Cia da Polícia Ambiental de Guarapuava. Foto: Arquivo pessoal
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O período da piracema (reprodução dos peixes) se encerra no dia 28 de fevereiro. Porém, ao contrário do que muita gente pense, depois dessa data também é proibida a pesca de maneira predatória. Ou seja, fazendo uso de redes, tarrafas e outros apetrechos. A informação foi prestada pelo comandante da 4ª Companhia de Polícia Ambiental de Guarapuava, Capitão Leandro Warde Fonseca, em entrevista à Extra FM de Chopinzinho. Segundo ele, que, for flagrado desrespeitando as regras ambientais vai ser detido e autuado.

O oficial lembra que a pesca, principalmente de espécies nativas, continuará sendo fiscalizada pelas equipes da Força Verde em toda região. “Mesmo com o fim do período de defeso não se deve usar materiais predatórios e também devem ser respeitados os pesos e as medidas dos peixes capturados”, alertou. Capitão Leandro também destacou que a fiscalização se estende a prática da caça e do desmatamento, crimes ambientais bastante comuns em nossa região. “Temos muitos casos, inclusive nós estamos realizando operações, prendendo pessoas, e a grande questão é que a caça é um crime que gera um transtorno muito maior para o infrator né”, destacou. Para denunciar crimes ambientais, a pessoa pode discar 181 gratuitamente ou acessar o site https://www.sigo.pr.gov.br/cidadao colocando todos dos detalhes para facilitar a localização por parte das equipes da fiscalização.

Na mesma entrevista, Capitão Leandro fez questão de lembrar aos produtores rurais que a construção de tanques de pesca (açudes) também requer alguns cuidados para não se tornar um crime ambiental. Incialmente é preciso entrar em contato com o Instituto Água e Terra (IAT) no respectivo município para solicitar a autorização. Com a documentação em dia, o produtor ficará isento de qualquer penalidade caso venha ser denunciando e receba a fiscalização da Polícia Ambiental. O oficial lembra  que, além do dono da propriedade, os executores do serviço também podem ter complicações ao realizar serviços em propriedades não autorizadas. Ouça a entrevista no player abaixo:

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