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Grupo RBJ de Comunicação
Grupo RBJ de Comunicação,
21 de junho de 2021
Rádios

Palmas mantém arrecadação nos mesmos patamares de 2020

Receitas somaram R$ 48,4 milhões no 1º quadrimestre, enquanto que as despesas chegaram a R$ 46,7 milhões.

Economia

por Guilherme Zimermann

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O município de Palmas arrecadou R$ 48,4 milhões no 1º quadrimestre de 2021. As despesas do período somaram quase R$ 46,7 milhões. Os resultados financeiros da prefeitura municipal foram apresentados em audiência pública na última sexta-feira (28).

De acordo com o contador do município, Ezequiel Goulart, houve um aumento de, aproximadamente, R$ 4 milhões na arrecadação, comparado ao 1º quadrimestre de 2020. Porém, ele lembra que R$ 3 milhões são oriundos de operação de crédito contratada pelo município. “Por isso, as receitas desse ano estão muito parecidas com a arrecadação do ano passado”, considerou. Ouça no player abaixo:

 

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[Grupo RBJ de Comunicação] Palmas mantém arrecadação nos mesmos patamares de 2020 — Foto: Arquivo/RBJ
Foto: Arquivo/RBJ

Sobre as despesas, pontuou que o setor contábil busca manter um equilíbrio, de acordo com o montante arrecadado. No 1º quadrimestre, o município apresentou superávit de R$ 1,7 milhão, destacando que são necessários ainda superávits nos meses de maio e junho, para que o município possa honrar com a 1ª parcela do 13º salário dos servidores públicos.

Entre as despesas da administração municipal, a saúde foi o setor com o maior montante, R$ 16,8 milhões, um aumento de quase 40% em comparação aos quatro primeiros meses de 2020. Explicou Goulart que, dentre os fatores para esse aumento de gastos, estão processos licitatórios abertos no período, o saldo restante das contas de 2020 e também o consequente aumento de demanda por serviços de saúde, por conta da pandemia de Covid-19.

Em 2020, para apoiar os municípios na crise sanitária causada pelo novo coronavírus, o governo federal encaminhou recursos, tanto para investimentos na área da saúde, como também para recompor perdas de receitas. Para 2021, ainda não há garantias de repasses do gênero.

Segundo Goulart, a situação é acompanhada com atenção pelos setores contábil e de finanças, visto que se as despesas seguirem no mesmo ritmo e ocorra a necessidade de maior ação do poder público na área da saúde, o município precisará de mais recursos. “No 1º quadrimestre, em comparação ao ano passado, há uma queda, porque não tivemos recomposição em fontes livres e o recurso repassado especificamente para a área da saúde é muito pequeno, em Assistência Social, menor ainda”, avaliou.

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