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08 de dezembro de 2025
Rádios
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Ouvintes da Rádio Club de Palmas dividem opiniões sobre o Tarifa Zero

Emissora promoveu debate sobre formato do serviço, a partir de manifestações de usuários do transporte público.

Geral

por Guilherme Zimermann

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Foto: Arquivo/Prefeitura de Palmas
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Os ouvintes da Rádio Club dividiram-se em opiniões a respeito da cobrança de passagens no Tarifa Zero. Cabe salientar que não há qualquer iniciativa da prefeitura de Palmas para a cobrança. O debate foi proposto pela Rádio Club a partir de manifestações de usuários do serviço.

No programa Pauta Dinâmica desta sexta-feira (21), foi apresentada a reclamação de um casal de comerciantes, vendedores de algodão doce, que foram impedidos de utilizar o Tarifa Zero.

A empresa responsável pelo serviço foi procurada e justificou a decisão pelo fato de alguns transtornos que ocorreram com pessoas querendo utilizar o transporte carregando equipamentos de grande porte, galões com líquidos inflamáveis, além de outros vendedores, com carrinhos de sorvete, gerando problemas, principalmente nos horários de maior movimentação.

A partir disso, surgiram indagações se haveria também a proibição de uso do transporte por pessoas embriagadas, por vândalos que danificam os veículos e outros indivíduos que fazem algazarra, causando constrangimentos a outros usuários do serviço, que não tem cobrança de passagem.

Ouvintes encaminharam mensagens à emissora, relatando também situações que vivenciaram neste sentido e lançaram uma provocação, sobre implementar o pagamento de uma taxa para utilização do transporte público.

No Jornal do Meio Dia desta sexta-feira, os ouvintes foram convidados a participar do debate, respondendo se Palmas deveria adotar a cobrança de passagem no Tarifa Zero.

As opiniões se dividiram de forma igualitária, com metade dos participantes se manifestando favoravelmente à uma possível cobrança e outros apresentando posição contrária à cobrança.

Entre os que defendem a cobrança de passagem, a principal justificativa foi para haja uma maior valorização do serviço por parte dos usuários. Porém, a defesa é para a cobrança de um valor “simbólico”. Houve sugestões também para a criação de um cadastro para que, por exemplo, estudantes, trabalhadores e idosos utilizem o serviço sem pagar. Para outras pessoas, haveria a exigência do pagamento.

Para os contrários, o serviço deve permanecer como está, sem tarifa, pois contribui principalmente com os trabalhadores e com a população que não tem como arcar com o custo do transporte. Uma das ideias apresentadas é a definição de regras mais rígidas para utilização do serviço, a alocação de seguranças nos ônibus para monitorar os usuários e a utilização das imagens das câmeras de monitoramento para identificar e punir os vândalos que causam danos nos veículos e indivíduo que importunam os demais usuários.

Frisa-se novamente que não há qualquer iniciativa da prefeitura municipal para mudanças no Tarifa Zero e o transporte segue com o seu formato, sem nenhum tipo de cobrança aos usuários.

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