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11 de fevereiro de 2026
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O fim dos orelhões e a memória dos cartões telefônicos

Anúncio da Anatel desperta nostalgia e reforça a importância histórica da telecartofilia no Brasil

RBJ TV e Especial Publicitário

por Deise Bach

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Foto: Vitor Manoel
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[Grupo RBJ de Comunicação] O fim dos orelhões e a memória dos cartões telefônicos — Foto: Deise Bach
Foto: Deise Bach

A retirada definitiva dos orelhões das ruas brasileiras, anunciada pela Anatel, marca o encerramento de uma era na comunicação do país. Símbolos de um tempo em que a ligação telefônica dependia de cartões e pontos públicos, os aparelhos agora deixam o cenário urbano, mas seguem vivos na memória e na dedicação de colecionadores que preservam essa história.

É o caso de Rodrigo Júlio Demartini, morador de Marmeleiro e apaixonado pela telecartofilia desde a década de 1990. Para ele, o fim dos orelhões representa não apenas nostalgia, mas também o reconhecimento do valor cultural e histórico dos cartões telefônicos, que registram costumes, tecnologias e até momentos curiosos do cotidiano brasileiro, como as ligações rápidas feitas com os últimos créditos, comparadas ao “primeiro SMS”.

Ao longo de mais de 30 anos, Rodrigo reuniu milhares de cartões nacionais e internacionais, organizados de forma minuciosa, além de raridades ligadas à tecnologia desenvolvida no Brasil. Com o avanço dos celulares e agora a retirada dos telefones públicos, a coleção ganha ainda mais significado, transformando-se em um verdadeiro acervo da memória das telecomunicações.

Mesmo fora das ruas, os orelhões devem ganhar novos destinos. A ideia entre colecionadores é restaurar alguns aparelhos e levá-los para espaços privados, como forma de preservar visualmente esse símbolo que marcou gerações.

A entrevista completa com Rodrigo, onde ele detalha histórias, curiosidades e o futuro da telecartofilia, pode ser conferida no vídeo a seguir:

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