Ao RBJ,  o engenheiro eletricista avaliou que a renovação é fundamental, pois dá ao investidor perspectivas sólidas para eventuais financiamentos. Revelou que o projeto em solo palmense entrou na fase de análises de propostas e das respectivas garantias. Por outro aspecto, está sendo procedida avaliação dos equipamentos, ou seja, aerogeradores disponíveis no mercado e outros ainda em fase de pesquisa. “Estamos levando em conta todos os elementos para que o empreendimento se solidifique nos aspectos econômicos e técnicos para a maximização dos resultados”, ponderou.

Explicou que equipamentos anteriormente definidos com capacidade de geração entre 2 e 2.5 megawatts nem mais estão sendo fabricados. Agora estão em fase de avaliação geradores com capacidade para 4, 5 e até 6 megawatts. ” Nós precisamos da certificação destes novos equipamentos para o nosso complexo, bem como do custo-benefício da estrutura das torres que pretendemos instalar em Palmas”, frisou. Além das questões legais de licenciamento, os empresários associados avaliam o interesse de três grupos de investidores nacionais e de outros sete fabricantes de equipamentos de diversos países.

O anúncio da construção pela Celesc da nova subestação em Abelardo Luz, Oeste de Santa Catarina, foi motivo de comemoração aumentando a viabilidade dos investimentos para a construção do Complexo Eólico Palmas II, no município de Palmas. O benefício  ocorre em função de que agora a reserva da capacidade que a Copel estava fazendo na subestação de Palmas para a energia produzida por seis hidrelétricas no estado catarinense poderá ser destinada totalmente à geração eólica paranaense.( Leia Mais)