Durante a cheia do Rio Marrecas, nesta quinta-feira, os secretários municipais de Administração e Urbanismo, Saudi Mensor e José Carlos Vieira, percorreram o trecho do rio que corta a cidade para verificar os pontos críticos de passagem de água. A identificação dos locais em que há dificuldade de vazão visa subsidiar o governo municipal com informações que possam ordenar futuros investimentos para amenizar as cheias do rio.

“É uma vistoria para saber onde é que o rio tem menor corredeira e por que isso acontece, se é por falta de desnível ou pelas curvas”, afirmou Vieira. O tenente Mafra, subcomandante do 3º SGBI, também acompanhou a visita durante o percurso, feito com uma embarcação do Corpo de Bombeiros.

Segundo o secretário de Administração, Saudi Mensor, foi possível identificar que até a altura da ponte da PR que liga o Detran à Cidade Norte, há bastante dificuldade de vazão da água. “Existe menos correnteza justamente no trecho dentro da cidade, só depois da ponte é que o rio corre com maior velocidade”, disse.

O grupo também verificou a construção irregular de moradias ao longo da margem do rio e a dragagem feita pelo Instituto Águas Paraná em determinado trecho.

Secretarias atuam durante inundações

Desde a noite de quarta-feira, quando vários pontos da cidade foram inundados, que secretarias e órgãos da Prefeitura trabalham para amenizar seus efeitos. A Secretaria de Urbanismo, por exemplo, limpou vários pontos da cidade em que a água trouxe sujeira e monitorou o nível do Rio Marrecas.

Já a Secretaria de Assistência Social prestou auxílio às famílias atingidas pelas chuvas. Durante toda a quinta-feira, a Secretaria atendeu os moradores de áreas de riso, principalmente os ribeirinhos ao Marrecas, forneceu abrigo, cobertor e cesta básica.