O combate à caça ilegal e à extração de mata nativa foram os focos da operação Anhangá III, deflagrada na última semana pela Polícia Militar Ambiental de Chapecó, Oeste de Santa Catarina, e pelo Núcleo de Gestão Integrada (NGI) do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) de Palmas, Sul do Paraná.

De acordo com o chefe do NGI, Fábio de Almeida Abreu, são inúmeras as denúncias recebidas pelo órgão, relatando a prática da caça nas unidades de conservação da região.

O ICMBio Palmas é responsável pela gestão da Estação Ecológica da Mata Preta, localizada no município catarinense de Abelardo Luz, do Parque Nacional das Araucárias, entre os municípios de Passos Maia e Ponte Serrada, também em Santa Catarina, e do Refúgio da Vida Silvestre dos Campos de Palmas, que abrange partes dos municípios de Palmas e General Carneiro.

A operação, que se concentrou nas unidades localizadas no estado catarinense, teve como saldo a apreensão de duas espingardas e a localização de um cateto (porco-do-mato) abatido, além de diversas iscas para a caça. Segundo Abreu, as armas serão encaminhadas à Polícia Federal.

Salienta que ações do gênero também deverão ser desenvolvidas no Refúgio da Vida Silvestre, com o apoio das forças de segurança do Paraná. Ouça: