Ao contrário do que muitas pessoas tem propagado pela região, a Operação Hígia deflagrada em 2017 para apurar crimes de associação criminosa, fraude a licitações, peculato, concussão, corrupção ativa e passiva, falsidade documental e lavagem de dinheiro ainda não foi concluída e deverá ter novos desdobramentos.

A operação foi deflagrada pela Polícia Civil de Pato Branco e posteriormente passou a ser de responsabilidade do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), núcleo de Francisco Beltrão. Na primeira fase, foram cumpridos 67 (sessenta e sete) mandados judiciais, sendo 9 (nove) de prisão temporária, 4 (quatro) de afastamento temporário das funções públicas e 54 (cinquenta e quatro) de busca e apreensão domiciliar e/ou empresarial.

A operação resultou na prisão de agentes públicos em Pato Branco e outros municípios da região. De acordo com a coordenação do Gaeco, as investigações estão acontecendo e nenhum dos investigados foi inocentado.

De acordo com o MP, todas as provas obtidas até agora são resultado de um processo de investigação sério do Ministério Publico do Paraná, com auxílio incondicional da Polícia Civil.

Da redação, com informações do Ministério Público 

Foto: Arquivo Diário do Sudoeste