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Grupo RBJ de Comunicação
Grupo RBJ de Comunicação,
20 de janeiro de 2021
Rádios

Itapejara d´Oeste está apta para ser certificada como Cidade Amiga do Idoso pela OMS

Cotidiano

por Evandro Artuzzi

logo Cidade de Itapejara d oeste
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O município de Itapejara d´Oeste está a um passo de ser certificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma Cidade Amiga do Idoso. Há poucos dias, o município finalizou o cadastro junto à OMS e aguarda, ansiosamente, a entidade internacional validar o processo de certificação. Quando o resultado da análise sair, Itapejara d´Oeste poderá ser o segundo município do Paraná, e um dos poucos no Brasil, certificado como Cidade Amiga do Idoso.

O trabalho pela certificação iniciou em novembro de 2018, após um contato com a deputada federal Leandre Dal Ponte (PV-PR), quando o município de Pato Branco foi certificado. E de acordo com Rejane Arisi Venturin, da Associação de Senhoras de Rotarianos, a participação da deputada e sua equipe foram definitivos para a evolução do processo de certificação.

“A deputada Leandre é peça fundamental, não só para Itapejara, mas para todos os municípios que querem esta certificação.  A Leandre é a palavra-chave para todo esse processo nos municípios”, afirmou Rejane.

Ela conta que, a partir de 2018, quando o município teve contato com o Cidade Amiga do Idoso, iniciaram as capacitações e treinamentos. Eles participaram de um evento organizado pelo mandato da deputada, em parceria com a AMSOP (Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná), e tiveram várias reuniões com a equipe do campus de Pato Branco da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), responsável pela realização de uma pesquisa com os idosos no município de Itapejara d´Oeste.

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No total, foram realizadas duas pesquisas: uma quantitativa e outra qualitativa. Ao todo, segundo Rejane, foram mais de 300 idosos entrevistados pelas agentes de saúde do município, que foram capacitadas pela UTFPR de Pato Branco, com a coordenação da professora Maria de Lourdes Bernartt, seguindo as orientações da própria OMS.

“Na primeira pesquisa, os idosos responderam cerca de 60 questionamentos. Em um segundo momento, reunimos três grupos de idosos para uma pesquisa qualitativa, onde eles puderam nos dizer o quê, exatamente, eles queriam para o nosso município e quais as principais dificuldades enfrentadas”, detalhou Rejane.

Fonte: Assessoria 

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