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09 de fevereiro de 2026
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ICMBio de Palmas atua na proteção de áreas ambientais no Paraná e Santa Catarina

Núcleo de Palmas é responsável pelo Refúgio da Vida Silvestre, Parque Nacional das Araucárias e Estação da Mata Preta.

Meio Ambiente

por Guilherme Zimermann

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Foto: Divulgação/ICMBio
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O Núcleo de Gestão Integrada (NGI) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), sediado em Palmas, é responsável pela gestão de três unidades de conservação na região Sul: o Refúgio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas, em Abelardo Luz (SC), a Estação Ecológica da Mata Preta, em Abelardo Luz e São Domingos (SC), e o Parque Nacional das Araucárias, em Passos Maia e Ponte Serrada (SC).

Segundo o chefe do núcleo, Fábio Abreu, o trabalho do órgão envolve fiscalização ambiental, conservação de fauna e flora, recepção de pesquisadores, diálogo com comunidades locais e operações conjuntas com órgãos de segurança.

Em entrevista à Rádio Club, ele explicou que as unidades de conservação possuem regras específicas quanto à posse da terra. No caso do Parque Nacional das Araucárias e da Estação Ecológica da Mata Preta, as áreas foram declaradas de utilidade pública e a União tem obrigação de adquiri-las ao longo do tempo. Já no Refúgio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas, não há essa exigência. Os proprietários podem negociar voluntariamente com o governo, mas não são obrigados a vender. Ouça no player abaixo:

Entre as três áreas, o Parque Nacional das Araucárias é o que hoje está mais preparado para receber visitantes, com sede própria, equipe local e trilhas estruturadas. A Estação Ecológica da Mata Preta já chegou a ter uma trilha aberta, mas atualmente está inativa e deve passar por readequações. Já no Refúgio de Vida Silvestre, o acesso depende de acordos com proprietários particulares.

O ICMBio de Palmas realiza fiscalizações regulares, tanto com equipe própria quanto em operações conjuntas com a Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina, o Batalhão de Polícia Ambiental do Paraná e, em alguns casos, até a Polícia Federal.

Além do trabalho em campo, a instituição utiliza tecnologia de ponta para monitorar os territórios. Imagens de satélite enviam alertas sobre possíveis desmatamentos e alterações na vegetação. Os principais crimes ambientais constatados na região são desmatamento em pequenas áreas, caça ilegal e retirada de campos nativos para expansão agrícola.

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