Por Larissa Mazaloti (10h38min)

 

Tem gente que só ouviu falar em Leishmaniose nas aulas de Biologia, na escola, mas em todo o Paraná, cerca de 600 a 800 casos são registrados por mês. Por isso é importante que as pessoas conheçam melhor esta doença que não é contagiosa, mas que causa lesões na pele, por exemplo.

O médico Alceu Bisetto, que é clínico geral e faz parte da equipe da SESA (Secretaria de Estado da Saúde do Paraná) explica melhor como a doença chega ao ser humano. Bisetto adianta que o tratamento pode ser bastante demorado.

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(Fonte: www.saudeanimal.com.br)

O tratamento é realizado apenas através da saúde pública. Os medicamentos não estão disponíveis em farmácias comerciais. De acordo com Bisetto, quem tem uma ferida que não cicatriza há mais tempo que o normal ou que já teve Leishmaniose, deve procurar o médico nas unidades de saúde dos municípios. E tem como prevenir. Repelente por exemplo, é uma das soluções mais eficazes e simples.

A incidência da Leishmaniose no sudoeste do Paraná é menor. O clínico geral dá mais detalhes sobre isso na matéria em áudio.

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