Camila Zampieri e Fernanda Paiva são do estado de São Paulo e elogiaram a acolhida de Francisco Beltrão e da universidade. Foto de divulgação
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Camila Zampieri e Fernanda Paiva são do estado de São Paulo e elogiaram a acolhida de Francisco Beltrão e da universidade. Foto de divulgação

Nesta quinta-feira (02) calouros e veteranos da UTFPR de Francisco Beltrão se encontraram no  primeiro semestre letivo do ano. Se de um lado há um misto de sentimentos envolvendo expectativa e ansiedade pelo desconhecido, de outro há solidariedade e acolhimento. No período diurno os alunos de Engenharia Ambiental, Engenharia de Alimentos e Engenharia Química se encontraram. No período noturno foi a vez dos estudantes de Licenciatura em Informática

Os calouros foram recepcionados pelo diretor-geral, Alexandre Alfaro, que deu as boas-vindas e pela Diretoria de Graduação e Educação Profissional (Dirgrad) que apresentou a estrutura e organização da universidade. “Enfatizamos as principais diferenças do ensino médio, e as oportunidades que eles terão relacionadas a pesquisa, extensão e atividades culturais e sociais”, afirmou a professora Irede Dalmolin, assessora da Dirgrad. Após a recepção os grupos conheceram os ambientes físicos da universidade acompanhados pelo coordenador de cada curso, confirmaram a matrícula no Departamento de Registros Acadêmicos (Derac) e tiraram a foto para o crachá.

A caloura de Engenharia de Alimentos, Fernanda Paiva, conta que estava ansiosa e apreensiva com o início. “É algo novo e é mais desafiador principalmente por estar longe de casa. Mas quando cheguei para me instalar em Francisco Beltrão já fui muito bem recebida, tive ajuda de pessoas que eu não conhecia. O pessoal da universidade também é muito receptivo”, afirmou a estudante do município de Caraguatatuba, São Paulo.

Camila Zampieri, também caloura, conta que os calouros formaram um grupo em uma rede social antes mesmo das aulas começarem e que quando se encontraram já havia entrosamento. “Foi mais fácil, chegamos e já nos conhecíamos, assim não ficamos tão perdidos”, contou a aluna que é de São Bernardo do Campo, São Paulo.