Depois de sofrer duas derrotas, no primeiro e segundo tempos, esfriou o jogo e deu câimbra nas articulações. A partida pela redução do número de vereadores no Poder Legislativo de Palmas, sul do Paraná“aquietou” e o tema parece estar indo pra segunda divisão. Nem mesmo a torcida está indo para conferir de perto. É possível uma  novo torneio?.  Para valer o campeonato em 2017,  tem até outubro para instalar as redes, marcar as linhas e ir pro jogo.

O apito inicial para  reduzir de 13 para 09 vereadores ocorreu ainda em 2013 através de Lei apresentada pelo então recém-entrado em campo, Cristien Galli(PSD). Naquela data a justificativa baseou-se em questões financeiras. A redução de quatro cadeiras  representaria uma economia de R$ 17 mil reais mensais,; R$ 210 mil anuais e no apito do campeonato  em 2016, de R$ mais de 842 mil reais, apenas com subsídios ao vereadores que na época recebiam R$ 4.390,04. Placar:  sete votos a cinco.

Cercado de muita polêmica, o tira teima  voltou no ano seguinte. Em 22 de setembro de 2014, foi a vez de Francisco Acioli Ribas(PTB) botar na marca do pênalti” o assunto. Sob o mesmo argumento de diminuição de gastos na casa de R$ 1 mihão de reais, durante o quatro anos, Acioli  recebeu a bola apenas  da vereadora Joana Darc Franco de Araújo (PPS), mas a jogada  foi para escanteio. Na ocasião, nem mesmo centenas de assinaturas e pressão da torcida foram suficientes para reverter o esquema tático da equipe que se postava na linha de defesa a trave dos  13.

Os vereadores justificaram a manutenção dos 13, pois do contrário comprometeria a representação política do município, bem como da dificuldade que encontrariam os pequenos partidos em ocupar qualquer uma das vagas, que ficariam restritas as grandes estruturas partidárias do município. E ninguém quer ficar no banco de reserva. Outra argumentação incisiva pelo lance contrário ao PL era o entendimento entender que o direito de entrar em campo de novo era do Galli, e não do Acioli, que não havia sido escalado naquele momento.

Além disso, sustentavam que era preciso aguardar o resultado das urnas, pois um outro time estava se formando. Se os deputados eleitos com a torcida dos vereadores tivesse efetiva representatividade ocorresse de fato e direito, ficariam os 13 no campo. Se fosse capenga, a necessidade de enxugar o grupo poderia ser colocado na prancheta  novamente. Até agora a proposta está “quieta” tanto de um lado quanto de outro. Acho que não vai dá jogo!