Depois da grande polêmica sobre a aprovação do projeto de lei 007/2017, que revogou a lei 3.526/2016 que reduzia o salário dos vereadores em 50% a partir deste ano, o assunto “salário do legislativo” chegou ao fim na tarde de segunda-feira (06), após o legislativo manter o veto do prefeito Álvaro Scolaro.

Foram mais de duas semanas de protestos que envolveram a população, sete entidades representativas do município, os quais demonstravam a contrariedade à aprovação do projeto, e o Ministério Público que encaminhou ao prefeito uma recomendação para que houvesse o veto.

Mensagem de veto encaminhada pelo prefeito Álvaro Scolaro. Foto: Edson Zuconelli.
  • Compartilhe no Facebook

Mensagem de veto encaminhada pelo prefeito Álvaro Scolaro. Foto: Edson Zuconelli.

Scolaro protocolou o documento na tarde de segunda-feira e o encaminhou ao legislativo, que em sessão extraordinária manteve o veto. A sessão foi acompanhada por empresários, representantes de entidades do município como Associação Comercial e Empresarial de Chopinzinho – ACEC, Rotary Club Chopinzinho, e a população em geral.

Na justificativa dos vereadores, mesmo que haja inconstitucionalidade na lei aprovada em 2016, todos apoiaram o veto como já haviam anunciado, atendendo assim, o clamor da população e uma recomendação administrativa do Ministério Público, mantendo assim, os subsídios dos vereadores em 3.500,00.

Acompanhe o desenrolar deste assunto nos links abaixo:

+ Por inconstitucionalidade, Câmara de Vereadores revoga lei que reduziu salários em 50%.

+ “É um projeto imoral, por que os vereadores não podem legislar sobre causa própria”, diz Amarildo Secco sobre aumento no salário dos vereadores.

+ Entidades são contra o aumento no salário do legislativo.

+ Ministério Público recomenda veto à projeto de lei que aumenta subsídios dos vereadores.

+ Salário Legislativo: “Se não aceitavam esse valor por que foram candidatos, se não está bom renuncie”, diz Erondi Tavares.

+ Câmara volta atrás e mantém salário de R$ 3.500 para esta legislatura.