Nos próximos dias será iniciada a colheita da amora-preta no município de Palmas, sul do Paraná. As variações climáticas, entretanto, deverão provocar uma quebra de até cinco toneladas na produção. Mesmo assim, estão previstas mais de 15 toneladas.

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Plantas no IAPAR. Fotos: Ivan Cezar Fochzato/RBJ

O município é maior produtor da região e um dos principais do Estado. A produção local também é vendida para outras regiões do país. Apenas entre 3 e 5 toneladas são absorvidas localmente pela transformação em sucos, geleias e sorvete, que inclusive, atendem a merenda escolar.

Conforme o  Secretário de Agricultura, Edson Cassaniga, atualmente há mais dez pequenos e médios produtores que atuam em escala comercial. Estes deverão iniciar a colheita no final de novembro, com previsão entre 15 a 20 toneladas. “Estive visitando os pomares e algumas situações como excesso de chuva no mês de outubro, devem impactar na produtividade”, disse ele.

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A Estação Experimental do Instituto Agronômico do Paraná(IAPAR) foi igualmente pioneiro no desenvolvimento da amora-preta no município para a difusão da cultura.  Conforme o Chefe da Unidade,  Wilson Schveiczrski, neste momento as plantas estão em fase de frutificação. “Esperamos uma produtividade até 3 quilos por planta”, disse ele.

Reiterou que o município tem as melhores condições climáticas do país para esta atividade, podendo tornar-se em pouco tempo, um dos principais exportadores da fruta.