Os produtores de leite de Palmas, sul do Paraná, têm até o mês de maio para comprovar a ausência de brucelose e tuberculose em seus rebanhos, além de apresentar o atestado de vacinação contra a brucelose. Caso os proprietários não cumpram com tais exigências, correm o risco de não poderem comercializar sua produção.

A medida vale também os laticínios que devem entregar a documentação por parte de seus fornecedores. A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta para que produtores e empresas não percam o prazo de comprocação anual.

Para obter a certificação de propriedade livre da brucelose e tuberculose os produtores devem adotar todas as normas propostas como a vacinação e realização de exames. Após isso, as propriedades certificadas recebe uma placa de identificação, colocada na porteira da propriedade.

O Adapar alerta que a brucelose e a tuberculosse são comuns tanto em animais como em seres humanos. A contaminação pode ocorrer tanto no contato direto com o animal contaminado como na ingestão de leite não pasteurizado de animais doentes. Para os bovinos e bubalinos, ambas as doenças não possuem cura, sendo obrigatório o sacrifício dos animais que apresentarem reagentes positivos.