Uma bebê de apenas cinco meses foi salva na noite de segunda-feira (24) graças ao apoio que a família dela recebeu de uma policial do 21º Batalhão de Francisco Beltrão, Sudoeste do Estado. Laíza Emanuelle Lemes Barbosa se engasgou enquanto era amamentada, por volta das 20h40.

Laísa, agora bem, no colo da mãe Ana Paula junto da soldado Sandra Schons durante visita nesta terça-feira (25). Foto: Evandro Artuzi/RBJ
  • Compartilhe no Facebook

Laísa, agora bem, no colo da mãe Ana Paula junto da soldado Sandra Schons durante visita nesta terça-feira (25). Foto: Evandro Artuzi/RBJ

Desesperados ao perceber que a criança já estava sem sinais vitais, familiares entraram em contato com o SAMU. Como a ligação não deu certo, a mãe da bebê ligou para o 190 e foi atendida pela soldado Sandra Schons. Ao tomar conhecimento da situação, mesmo por telefone, a policial orientou a família a fazer a conhecida manobra de heimlich (quando a criança é colocada de bruços). O procedimento foi adotado pela avó e, em poucos minutos, a criança voltou a respirar. Mesmo assim, foi levada até o hospital para os procedimentos. Apesar do susto, ainda na noite de segunda-feira (24) Laíza recebeu alta.

A mãe Ana Paula Bittencourt Lemes é grata a policial pela ajuda. “Jamais vou esquecer dessa ajuda, afinal minha filha está aqui comigo. Foi um susto daqueles por que ela praticamente estava morta, mas a policial nos atendeu e repassou todas as informações de como salvar minha filha, e deu certinho”, contou.

Nesta terça-feira (25) a soldado Sandra acompanhada de outros colegas policiais esteve na casa da pequena Laíza e não escondeu a alegria em ver ela saudável, no colo da mãe. “É uma sensação de alegria, de muita alegria mesmo por saber que apenas com uma ligação consegui ajudar a salvar uma vida. A gente recebe esse tipo de instrução durante nossa formação profissional, mesmo assim esses dias fui pesquisar como deveria proceder em casos assim, até por que já aconteceram outros casos e a gente precisa estar sempre  preparados. Acho que é coisa de Deus”, disse.

Esse não é o primeiro caso registrado no Batalhão de Francisco Beltrão. Nos demais também as crianças foram salvas.

Fotos: Evandro Artuzi/RBJ