O artigo 180 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40, deixa bem claro as pessoas sobre as consequências que se tem quando se adquire produtos oriundos de furtos. Muitas vezes o chamado negócio de ocasião pode render dor de cabeça e alguns anos de reclusão.

A orientação à comunidade é da 2ª Tenente Serpe, Sub Comandante da 2ª Cia de Palmas, sul do Paraná, segundo ela a Polícia tem recuperado nos últimos dias vários objetos de origem duvidosa que foram adquiridos por valores bem á baixo do mercado.

Como exemplo citou uma ocorrência de recuperação de produto de furto registrada no município de Clevelândia nos últimos dias. A vítima em questão denunciou á Polícia o possível suspeito, buscas foram realizadas o suspeito encontrado e ai a surpresa, ele confessou que teria furtado a residência e levado do local uma televisão, avaliada em 1000 reais a qual foi vendida por 80 reais.

A Tenente destacou que a pena para quem compra produtos de furtos, ou seja, os receptadores, podem pegar de um a quatro anos de reclusão. Disse que a Polícia está trabalhando diariamente na recuperação de objetos furtados para combater o crime de receptação “se tem quem furte, tem quem compra” destacou Serpe.

Questionada sobre os valores que são comercializados os produtos de furtos, disse que diante das inúmeras ocorrências apresentadas diariamente, um estudo foi realizado e foi constado que os preços mais praticados no mercado negro giram em torno de 100 a 200 reais “se alguém oferecer uma televisão que vale 1000 por 100 reais, desconfie, ligue para a Polícia, (190) não compactue com o crime” finalizou.