A Polícia Civil, através da Delegacia da Mulher, continua investigando o desaparecimento da costureira Marli Frizanco, 47 anos, que saiu de casa no dia 29 de junho e não manteve mais contato com a família. Conforme a delegada Emanuelle Carolina Baggio, da Delegacia da Mulher, muitas informações já foram verificadas pela polícia, mas nenhum delas foi suficiente para descobrir o que houve exatamente com a costureira.

Roupa encontrada em Enéas Marques não foi reconhecida pela família, como sendo de Marli Frizanco. Foto: Divulgação Polícia Civil
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Roupa encontrada em Enéas Marques não foi reconhecida pela família, como sendo de Marli Frizanco. Foto: Divulgação Polícia Civil

Nesta segunda-feira (26), informações foram recebidas pela imprensa dando conta que Marli teria sido vista retornando para sua casa, porém não passou de boato. Segundo a delegada, recentemente moradores de Enéas Marques encontraram, nas proximidades de um rio, uma peça de roupa que poderia ser de Marli, no entanto uma filha dela não reconheceu. Mesmo assim, a roupa foi juntada ao inquérito policial relacionado ao caso.

Emanuelle Baggio afirma que, em nenhum momento, a Polícia Civil deixou o caso de lado. Desde que o desaparecimento foi registrado pela família, equipes trabalham para descobrir o que aconteceu com ela. Todas as informações recebidas estão sendo averiguadas. A delegada mais uma vez pede a ajuda da comunidade para elucidar o caso, que tem intrigado a polícia e os familiares de Marli.

Recentemente, um manifesto foi organizado pela família e reuniu dezenas de pessoas no calçadão de Francisco Beltrão. Na ocasião, a família pediu o apoio da comunidade para encontrar a costureira.