Durante o período da Piracema (época para reprodução dos peixes), entre os meses de novembro e fevereiro, a Polícia Militar Ambiental intensificou os patrulhamentos aquáticos e terrestres nas regiões de Foz do Areia, Foz do Jordão, Salto Santiago, Salto Segredo, Salto Ozório e Santa Clara. Nesse período foram apreendidos 18.490 metros de redes, 20 tarrafas, 433 metros de espinheis, 1.150 “boias-loucas”, 8 armas, 443 kg de peixes, durante 420 horas de patrulhamento aquático.

Alguns materiais foram apenas recolhidos dos alagados e outras apreendidos no momento do flagrante da prática da pesca predatória. Por conta desses crimes ambientais 20 pessoas foram presas e 3 menores apreendidos. Os peixes, quando em condições de consumo, são doados para instituições beneficentes.

E a Polícia Ambiental orienta que, mesmo com o fim da Piracema, a prática de pesca com apetrechos como, redes, espinheis, fisgas, boias loucas e outras continuam proibidas, por se tratar de crime de pesca predatória.