Droga e demais objetos encontrados com os detentos. Foto de divulgação
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Droga e demais objetos encontrados com os detentos. Foto de divulgação

Policiais Militares da Rotam e Rocam do 21º Batalhão de Francisco Beltrão, com apoio da Rotam do 3º Batalhão de Pato Branco e de Agentes do Depen (Departamento Penitenciário) realizaram na manhã desta terça-feira (26), uma operação bate grade na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão, a primeira desse ano de 2016. O trabalho foi desenvolvido por solicitação da direção do presídio, com objetivo de manter a ordem no local.

Segundo o diretor da Penitenciária, Marcos Andrade, várias galerias foram vistoriadas sendo encontrado aparelho de celular, buchas de maconha, chaves artesanais de algema e cola, que é usada para disfarçar os danos causados na estrutura das celas. Os presos que detinham os objetos e a droga em suas celas serão responsabilizados com sanções previstas pelo Departamento Penitenciário do Estado do Paraná.

O diretor mais uma vez ressaltou o apoio recebido da Polícia Militar, que não tem medido esforços para auxiliar os Agentes Penitenciários. “ O Capitão Pitz e o Tenente Anderson tem sido dois importantes parceiros, pois junto com suas equipes nos auxiliam sempre que necessário, dessa forma conseguimos evitar a proliferação do crime no interior da unidade”, revelou.

Apreensão de drogas em ônibus

Sobre a localização de drogas com os detentos do regime semiaberto, que trabalham em Pato Branco, na segunda-feira (25), Marcos Andrade revelou que o êxito só foi possível graças ao apoio incondicional da Polícia Militar. Segundo ele, tão logo foi recebida a denúncia, as equipes se mobilizaram para abordar o coletivo e posteriormente se mantiveram a disposição até altas horas da madrugada, fazendo o acompanhamento dos presos durante os depoimentos na 19ª SDP (Subdivisão Policial).

Andrade garante que os envolvidos além da responsabilização criminal também sofrerão as sanções administrativas. “Não vamos admitir que essas pessoas se aproveitem de um beneficio tão importante como é o semiaberto para cometer ilícitos. Eles tem o direito de sair para trabalhar, não para voltar ao mundo do crime”, declarou.