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Planos de Proteção do Aeródromo de Palmas/PR são aprovados pela Aeronáutica

por Guilherme Zimermann em 13 de novembro de 2017 9:31
por Guilherme Zimermann em 13 de novembro de 2017 9:31

Foi publicada na edição desta segunda-feira (13) do Diário Oficial da União, a aprovação de Planos de Zona de Proteção para o Aeródromo de Palmas, Sul do Paraná. Os planos tem por finalidade o estabelecimento de regras para o espaço aéreo, a fim de mantê-lo livre de obstáculos, permitindo a operação de pousos e decolagens de forma segura.

O Instituto de Cartografia Aeronáutica aprovou o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA) e o Plano de Zona de Proteção de Procedimentos de Navegação Aérea (PZPPNA), estabelecendo a exclusividade da área do aeródromo para voos, restringindo, por exemplo, a construção de edifícios em alturas que possam pôr em risco os seus ocupantes ou impactar a segurança de cada voo, entre outras restrições.

Foto: Arquivo

Avião da Real no aeroporto de Palmas. (1952) Foto: Arquivo

A construção do aeroporto municipal de Palmas data de 1952. Até meados da década de 1960, houve a operação de voos comerciais, por meio da Real Transportes Aéreos. Após um período irregular, em 2015, a Agência Nacional de Aviação Civil(ANAC) autorizou novamente pousos e decolagens. Foram investidos recursos no recapeamento asfáltico e sinalização da pista de 1.100 de extensão por 23 de largura; terraplanagem às margens e cabeceiras e aterros de segurança, além da construção de um novo terminal de passageiros.

Atualmente o aeroporto é utilizado por aeronaves privadas pertencentes a empresários do setor industrial local e por compradores da produção palmense. Além disso, tem servido  para organismos públicos de todas as esferas, bem como, para  transporte de pacientes que vem para a Unidade de Terapia Intensiva do hospital local ou para deslocamento para outros centros médicos, em situações de emergência.

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