Pela nona vez, em menos de 8 meses, a Petrobras anunciou uma nova redução no preço dos combustíveis … no Paraguai. Até mesmo as linha especiais tiveram desconto. Do lado de lá da fronteira, a gasolina caiu quase 5%, o que, convertido do guarani (moeda paraguaia) para o real, a queda varia de R$ 0,13 a R$ 0,20, com preços entre R$ 2,85 a R$ 2,89. O diesel baixou 4%. A justificativa da estatal brasileira é que as reduções são possíveis porque o mercado de combustíveis paraguaio é livre e desregulado.

Por outro lado, do lado de cá da fronteira, gasolina acima dos R$ 3,30 já se tornou comum em boa parte do país e a tendência é de alta. Isso porque, em determinados períodos, a Petrobras não reajustou o preço dos combustíveis por interferência do Ministério da Fazenda, que tentou conter a alta da inflação aplicando o controle de preços. A medida, por ser artificial, prejudicou a geração da caixa da Petrobras. Agora é preciso reaver o “prejuízo” nas costas do povo brasileiro.

No mês de novembro, a gasolina aumentou 4%, enquanto o diesel subiu 8%. Em janeiro, foi anunciada a volta do PIS/Cofins e da Cide, aumentou a gasolina em R$ 0,22 por litro e o diesel tendo um acréscimo de R$ 0,15.