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Estudo de conclusão de graduação universitária em Educação Física, desenvolvido pela acadêmica, Bruna Lobas de Souza sob a orientação dos professores, Diogo Foschiera e Renato Salla Braghin, resultou na publicação do livro Níveis de Aptidão Física relacionada à Saúde. Em 2017, foram aplicados testes em mais de cem estudantes com idade 8 a 10 anos de escolas de Palmas,participantes e participantes de programas de atividade física nos turnos regular e contra turno.

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Conforme a pesquisadora, testes realizados, ao longo de 45 dias, constataram altos níveis de risco em saúde entre as crianças. Em relação a aptidão cardiorrespiratória, 71% dos que frequentavam a escola em turno regular apresentou melhores índices. Já entre os que frequentavam o contraturno, 56% encontravam-se em zona de risco.

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Conforme a pesquisadora, o estudo demonstrou que além das atividades esportivas, são necessários programas que acentuem a educação física das crianças, dentro e fora do espaço escolar, para melhorar a resistência aeróbica, força muscular, flexibilidade das articulações e composição corporal, dentre outras. “São necessárias programas direcionados à saúde das crianças e não somente para suas habilidades e  desempenhos esportivos”, disse ela.

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O estudo foi apresentando inicialmente no 40° Simpósio Internacional de Ciências do Esporte(2017)pelo, Prof. Cezar G. Ribeiro do Colegiado de Educação física de Palmas-PR

O estudo cita dados da Vigilância Epidemiológica de Palmas publicados pelo RBJ demonstrando que as doenças cardíacas, pulmonares e relacionadas a diabetes, foram responsáveis por 46.4% das mortes registradas em 2017. Dos 71 óbitos, 20  foram em decorrência de problemas cardíacos e metabolismo no sangue e 13 ocasionadas por doenças pulmonares.  “Se estas crianças não tiverem maior e melhor cuidado com a saúde, tendem a se tornar os adultos doentes”,  disse a professora.

Conforme o período cientifico Health Affairs, demonstra que se houvesse o aumento de 32% para 50% no número de escolares do ensino fundamental participando de atividades físicas, ao menos 25 minutos, três vezes semanais, pouparia R$ 70 bilhões em gastos médicos.  O trabalho de conclusão de curso sugere ações e políticas para estimular a prática de atividades físicas regulares e orientadas como medidas para prevenção de doenças e para uma vida adulta mais saudável.