A paralisação no IFPR – campus Palmas –  não deverá ter adesão total na próxima segunda-feira (10). Uma nota de esclarecimento à comunidade acadêmica destaca que as atividades ocorrerão de forma normal na instituição, apesar do indicativo de paralisação aprovado ontem à tarde em reunião do Sindiedutec – Sindicato que representa os servidores do Campus, bem como pela comunidade estudantil durante o período da noite.

Conforme o comunicado do Instituto, as aulas e atendimento nos setores administrativo e biblioteca seguirão de forma normal, sendo que o movimento aprovado ontem(06) não tem apoio de todos os professores e técnicos do campus. A recomendação é de que os alunos entrem em contato com os professores com horário na segunda para confirmar se aderiram ou não a paralisação. “ Quem não aderiu dará aula normal”, fecha a nota.

O indicativo de paralisação por um dia foi aprovada durante uma reunião envolvendo professores, técnicos e estudantes com representantes do Sindiedutec – Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica, Técnica e Tecnológica do Paraná. Estudantes do campus local estão organizado uma série de atos para chamar atenção da população para alguns problemas enfrentados pela comunidade estudantil.Além de Palmas, várias outras unidades do IF no estado também realizarão atos na segunda-feira.

A reunião da tarde de ontem contou com a presença do  Diretor Administrativo do Sindicato, prof. Otávio Bezerra Sampaio que iniciou expondo uma série de problemas e demandas que a categoria dos trabalhadores do IFPR vem enfrentando atualmente, em todo o estado, inclusive, com relatos de possíveis casos de assédio moral e perseguições que o Sindicato passou a averiguar. 

Informou ainda sobre uma  ação no Ministério Público, visando garantir o cumprimento legal e o direito da comunidade do IFPR de eleger seu o Reitor, bem como os diretores de Campus ainda em 2014. Também foi tratado sobre a organização sindical em nível local.

Professores, servidores e estudantes também se posicionaram sobre situações particulares de  Palmas, como a falta de professores e preocupação em relação a possíveis fechamentos de cursos.