A elaboração do Plano de Desenvolvimento de Palmas, sul do Paraná, completou mais uma fase nesta semana. Durante dois encontros foram realizadas a rediscussão de propostas e definição de cronogramas de ações para o desenvolvimento das áreas de Saúde, Educação, Emprego/Renda e Desenvolvimento Urbano.

O projeto é uma iniciativa do Movimento Palmas Desenvolvido que tem o suporte da Gerência de Economia, Fomento e Desenvolvimento da Federação das Indústrias do Paraná – FIEP.

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Grupo Educação

Na segunda-feira, sob a coordenação das consultoras, Roberta Azevedo e Ana Lúcia Gonçalves, ocorreu a devolutiva, de forma sistematizada, do resultado dos trabalhos dos  grupos do Movimento Palmas Desenvolvida ainda em primeiro de setembro,  quando foram apresentadas as sugestões gerais para cada um dos temas.

Por grau de relevância as principais propostas foram: Ampliação de cobertura na atenção básica em saúde; Ampliação de acesso e vagas na educação fundamental; Criação do Condomínio Industrial; Melhoria da infraestrutura viária rural do município; Instituição do programa de incubadoras empresariais, dentre várias outras vinculadas. Na sequência de atividades foram repassadas orientações técnicas de como deveriam ser estabelecidas as governanças das linhas de trabalho e os passos de formalização das planilhas dos respectivos Planos de Ação.

Na terça-feira (29) os grupos se reuniram individualmente onde definiram o cronograma e as diretrizes para o alcance das metas. Outra tarefa, construída conjuntamente, foi o estabelecimento da visão do Plano de Desenvolvimento, que ficou com a seguinte constituição: Que em 2030, Palmas figure entre os municípios de Alto Desenvolvimento no Sudoeste do PR, transformando-se em um local de oportunidades, com qualidade de vida e inclusão Social.

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GT Desenvolvimento Urbano

A consultora da FIEP, Ana Lúcia Gonçalves, avaliou que as preocupações do Movimento e sugestões de solução apresentadas, são de alto grau de viabilidade e disse estar empolgada com os trabalhos que estão sendo desenvolvidos em Palmas, pelo envolvimento demonstrado pelos participantes. “Brilha nos nossos olhos e principalmente nos olhos dos participantes do Movimento a perspectiva de que o município estará num patamar de altos índices de desenvolvimento, com oportunidades de inovação, qualidade de vida e trabalho para quem mora aqui”, destacou.

Conforme ela, os grupos apontaram o que fazer e agora, nesta segunda oficina, o como chegar aos objetivos definidos como prioridade. “Embora muitas situações dependam  de do poder público, cabe ao Movimento interferir na agilização dessas ações”, esclareceu. Recomendou aos participantes do Movimento Palmas Desenvolvida, que mantenham a motivação e disposição de elevar o município aos patamares pretendidos de desenvolvimento. “A motivação das pessoas envolvidas neste trabalho é o principal fator que vai fazer com que o movimento realmente faça a diferença para o município”, disse ela.

A elaboração final do plano ainda depende de uma série de ações previstas na metodologia de trabalho e outras que ainda ficaram pendentes de novas reuniões com a o apoio da FIEP.